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sexta-feira, 28 de junho de 2013

FAÇA UMA ANÁLISE DESTE TEXTO!

SOMOS TODOS FILHOS DE DEUS ?

O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito com Deus, com total liberdade de escolha. Mas por causa de sua desobediência e rebeldia, escolheu seguir o seu próprio caminho, e seu relacionamento com Deus se desfez.

Assim mesmo, desde criança o ser humano aprendeu, por ouvir, que todos somos filhos de Deus, o que serve de alivio e segurança para muitas pessoas quando se sentem em dificuldades diante dos problemas da vida. Deus é Santo e o homem é pecador, por isso está separado de dEle. Existe um grande abismo separando o homem do seu Criador.

O povo aceita a crença de que todos somos filhos de Deus com tamanha naturalidade, que dificilmente se questiona esse fato, estando seus princípios religiosos apoiado na sua crença e nos sentimentos da alma.

Se analisarmos a situação espiritual, familiar, econômica e financeira da humanidade nos dias de hoje, deveríamos repensar esse conceito de paternidade que a vida nos guiou até estes dias. Sinceramente, seríamos todos filhos de Deus? É necessário abrirmos a mente e a visão para entendermos a Palavra que vem do Alto com conhecimento e discernimento.

A religiosidade dos dias de hoje tem produzido falsos temperos e sem qualquer sabor para alimentar as pessoas e levá-las ao engano, distantes dos benefícios práticos provocados pela fé.  Todo o verdadeiro entendimento entre pai e filho não produzem esta distância que separa ainda hoje o homem de Deus.

Textos bíblicos colocam por terra toda a tese de que todos somos filhos de Deus. Não podemos ser todos filhos de Deus se nem ao menos pertencemos ao Ele. Se todos nós somos seus filhos, por que, então, o Senhor limita a entrada no Seu Reino somente aos nascidos da água e do Espírito? Por que o Senhor alerta de que a porta é estreita e que muitos serão chamados, mas poucos os escolhidos? (Mateus 7:13)  Se Deus é rico, dono de todo o ouro e de toda a prata, como podemos admitir que a grande maioria de seus filhos vivam na miséria sentimental, familiar, material, espiritual, financeira e econômica?

Todo pai sempre tem a intenção de livrar seu filho do mal. Qual pai ficaria feliz ao ver seu filho sofrendo? É exatamente o que Deus faz através da Sua Palavra. Deus verdadeiramente nos ama. Ele é apaixonado pelo ser humano e tem um plano maravilhoso de salvação para nossa vida, “Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16) Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”. (João 10:10)

Para que tenhamos comunhão com Deus, é preciso receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador, através de um convite pessoal e entrega total, tornando-o o primeiro em nosso coração. Só então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para nossa vida. Precisamos receber a Cristo pela fé: "Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé; e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie" (João 1:12) (Efésios 2:8-9) E Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei..." (Apocalipse 3:20)

Receber a Cristo implica no arrependimento do pecado, na purificação da alma, na salvação eterna, crendo que Cristo é o único que pode perdoar os nossos pecados. Não é suficiente somente crer que Jesus é o Filho de Deus e que morreu na cruz pelos nossos pecados ou ter uma experiência emocional. Recebemos a Cristo pela fé, através de uma decisão pessoal. Deus conhece seu coração e está mais interessado na atitude do seu coração do que em suas palavras.

Em Ezequiel 36:25-28 a palavra de Deus registra: “Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis (...) vós sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus”.  Só depois de nascermos da água e sermos lavados pela Palavra é que Deus nos dá o Espírito Santo. Isso quer dizer que, para tornarmos filhos de Deus é necessário que aconteça a conversão ao Senhor, sermos nascidos da água e do Espírito.

As pessoas nascidas do Espírito, estas são Filhas de Deus e jamais serão confundidas, pois nelas não há nenhuma dúvida da manifestação do Espírito de Deus sendo evidente os frutos do amor, alegria, paciência, paz, mansidão. As tribulações existem, mas vencem a todas, não se vangloriam, não respondem às provocações e nelas não existe invejas. Possuem uma grande capacidade de perdoar aqueles que a ofendem, mesmo sendo injustiçada ou caluniada, não permitem que a carne tenha primazia em sua vida.

Um verdadeiro Cristão é de fato um filho de Deus, alguém que recebeu vida nova em Cristo. A marca de um verdadeiro Cristão é o amor pelos outros e obediência à palavra de Deus. “Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade; Aquele que ama a seu irmão está na luz,e nele não há escândalo”.  (1 João 2:4; 1 João 2:10). Não é religioso, nem fanático e nem hipócrita.

Deus nos aconselha a andar pela fé. O Espírito Santo é o Único responsável pela revelação e apresentação do Senhor Jesus ao ser humano. Essa revelação depende de uma entrega total do homem a Deus. Todo aquele que somente pratica a religião é religioso e tem sua fé racional neutralizada. Ninguém é merecedor da graça de Deus somente fazendo as suas obras. É o Espírito Santo que revela que a pessoa só é merecedora da graça de Deus pela fé. É como está escrito: “Todavia, o meu justo viverá pela fé e, se retroceder, nele não se compraz a minha alma” (Hebreus 10.38).

A sabedoria produz à fé racional, sobrenatural, inteligente, que, quando praticada, a pessoa pensa antes de agir e obedece não às regras e às doutrinas da religião, mas à orientação da Palavra que vem do Alto e que está na Bíblia para que todos tenham livre acesso e evidentemente, livre arbítrio para ouvi-la ou não. A fé cega, emotiva, leva pessoas a aceitarem doutrinas religiosas que não pensam e nem fazem uso da inteligência. "Donde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência? E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência". (Jó 28:20)

Infelizmente, neste mundo de consumos, de interesses pessoais e mesquinhos, é mais fácil usar a fé para as conquistas materiais.
Sabemos que as regras ou doutrinas religiosas, assim como a igreja física dos dias atuais, normalmente são criações humanas inspiradas muitas vezes em interesses obscuros que confrontam com os ensinamentos de Deus. Muitas vezes não há qualquer sustentação inteligente, apenas a emoção.  Na sua maioria são religiosas e consideram a sua instituição, a sua denominação, mais importante do que a Igreja do próprio Deus, “porque não compreendem as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”. (Mateus 16:23)

Esse é o argumento que justifica os ateus para alimentarem a sua descrença na existência de Deus. As religiões trabalham com a emoção e não com a razão. E nisso eles estão cobertos de razão, porque a igreja física continua crescendo cada vez mais doente, enquanto que a Igreja do Senhor Jesus cresce saudável e imaculada, solidificada na Rocha.

Enquanto a fé emotiva obedece cegamente à voz do coração, segue os impulsos dos sentimentos, a fé consciente e sobrenatural traz à existência coisas que não existem fazendo nascer em nós o sonho realizável e que torna possível o impossível, pois trata da obediência da prática da Palavra de Deus.  (Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem. (Romanos 4.17), Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.  (Filipenses 2.13); E “Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê”. (Marcos 9.23). A fé sobrenatural tem seus segredos e só quem nasceu do Espírito pode com discernimento descobri-los.  Assim, cada um tem a chance de seguir o caminho da FÉ ou o da descrença.

O Senhor Jesus comparou o Espírito Santo a rios de água viva fluindo no interior do ser humano matando a sede de uma vida feliz, próspera e tranqüila em todos os sentidos. “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado”.  (João 7.37-39).  Contudo, para ter acesso a esse rio, existem duas condições: ter sede e crer na Palavra de Deus.  Se você crê, diga Amém e Graças a Deus.

Que a Paz esteja com você.

terça-feira, 24 de abril de 2012

MENSAGEM DA IGREJA





UNIDOS PARA ALCANÇAR ESTA GERAÇÃO




UNIDOS PARA ALCANÇAR ESTA GERAÇÃO



 Jesus é nosso modelo em tudo, inclusive na oração. A grande oração de Jesus em favor de Sua Igreja foi registrada no capítulo 17 do Evangelho de João. Jesus costumava subir ao monte para dedicar-se a oração (Mt 14.23;Mc 6.46; Lc 6.12; 9.28). Não que isto fosse uma regra, mas o ato de subir tem tudo a ver com oração, pois orar é também subir! Quando oramos estamos agindo de modo parecido a um foguete que precisa vencer aforça da gravidade para sair da atmosfera terrena. Pois, quando oramos,nós também estamos deixando para trás as coisas puramente humanas,para elevarmos os nossos olhos para o céu em busca das coisas que são de cima e a procura de uma comunhão mais profunda e pessoal com o Pai Celeste (Jo 17.1 e Cl 3.1). Assim como o Mestre elevou os olhos para o céu(Jo 17.1), os que esperam no Senhor são exortados a levantar os seus olhos parra as alturas (Is 40.26), de modo a aprenderem a subir com asas como águias (Is 40.31). Pois estar em Cristo é já estar nas alturas (Ef 2.6),mesmo que nossos pés ainda estejam na terra! Orar não é um fardo, mas,sim, um grande privilégio que nos garante o desfrute da plenitude da alegria de Jesus (v. 13)!Oração é entrega, é relacionamento, é declaração de amor, é gratidão, é confissão de dependência, é submissão, é confissão de pecados, é clã morem busca de socorro, misericórdia e graça em ocasião oportuna. E é por meio da meditação e oração que o caráter de Deus vai sendo impresso em nossas vidas.Vemos aqui também a importância da oração do líder em favor de seus liderados. Jesus se santifica em favor da santificação de seus discípulos. Jesus ora para que seus seguidores sejam protegidos de modo a serem unidos à semelhança da unidade que há entre Jesus e o Pai Celestial (Jo17.11). Interessante observar que nossa proteção está relacionada a unidade. Sem unidade, estamos desprotegidos. Até mesmo no reino animal, os bichos usam a estratégia da unidade para se protegerem do ataque de seus predadores. Os que vivem isolados ou ficam, negligente e distraidamente, para trás do rebanho, acabam se tornando presas fáceis.Jesus segue pedindo ao Pai que proteja seus discípulos dos ataques do Maligno (v. 15). Jesus destaca, repetidas vezes, o papel primordial da Palavra de Deus como meio de proteção e santificação (v. 6, 8, 13, 14, 17e 19). A verdade protege e liberta (Jo 8.32). O Espírito Santo é também chamado de o “Espírito de Verdade” (Jo 14.17). E sabemos que um dos grandes sinais da plenitude do Espírito Santo no dia de Pentecostes foi que os que receberam de bom grado a Palavra passaram a perseverar na doutrina dos apóstolos (At 2.41 e 42)!


Portanto, a oração e a Palavra da Verdade nos aproximam de Deus ao mesmo tempo que nos protegem do mal. Eis aí o caminho da santificação que tem como grande fruto a unidade, que é a reconciliação do homem com Deus e com seu semelhante. E tal unidade possui poder impactante sobre o mundo que vive dilacerado e carente de amor genuíno. Jesus roga insistentemente em favor da unidade (v. 11, 21, 22, 23, 26). Jesus quer que seus discípulos alcancem a plena unidade a fim de que o mundo creia (v. 23). Esta é uma oração missionária! “Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo”(v. 18). Nossa santificação e unidade não são um fim em si mesmas, pois tem como alvo maior a evangelização do Mundo. Por isto é que o pedido de Cristo não é para que seus discípulos sejam tirados do mundo (v. 15), mas para que sejam protegidos do mal (v. 15) e para que sejam santificados na verdade (v. 17)a fim de serem enviados ao mundo do mesmo modo como Jesus foi também enviado ao mundo (v. 19). Isto é tão vital, que Jesus repete duas vezes o mesmo pedido em favor da unidade cristã com o propósito de alcançar o mundo (v. 21 e 23).O cumprimento de nossa missão passa pela unidade da Igreja. Sem santificação e unidade, nossa missão está comprometida. Sem santificação e unidade corremos o risco de nos tornamos em pedra de tropeço em vez de instrumentos de salvação para a humanidade.A unidade entre Jesus e o Pai deve servir de exemplo para todos nós. Jesus não tem ciúmes do Pai, eles não entram em disputa um com o outro, Jesus não teme perder sua posição. Jesus não se sentia diminuído quando se submetia às ordens do Pai. Jesus não se sentia diminuído nem mesmo quando lavava os pés dos seus discípulos. Jesus ensinou que servir é um ato de incalculável nobreza!Deus é amor. Os amados de Deus não são meros objetos do amor divino,mas passam também a participar deste amor, participando assim da natureza divina (2 Pe 1.4). Jesus conclui sua oração, rogando que o amor do Pai passe a fazer parte da essência dos seus discípulos (v. 26). Cristo passa a viver em nós (v. 26 e Gl 2.20). Recebemos o Espírito de Cristo e devemos manifestar os frutos deste mesmo Espírito (Gl 5.22). É pela capacitação do Espírito Santo que nos é possível ser fiéis testemunhas de Cristo até os confins do mundo (At 1.8). Evangelização sem um bom testemunho, evangelização sem os frutos do Espírito e evangelização sem unidade chegam a ser um desserviço ao Reino de Deus.Quantas não são as exortações bíblicas para que os cristãos vivam em amor e santidade? Temos textos e mais textos dedicados ao modo como os cristãos devem viver e se comportar. Fazer discípulos não é ensinar teoria, mas, sim, ensinar a obediência (Mt 28.20)! Que as aspirações de Cristo para seus seguidores se cumpram em nós, e que pela oração e pela Palavra sejamos santificados a fim de vivermos em amor e união, de modo que o mundo possa convencer-se de que Jesus é realmente o Filho enviado de Deus.














sábado, 3 de março de 2012

PLANO PARA A VIDA E MISSÃO DA IGREJA METODISTA

Plano Para a vida e a Missão da Igreja


O "Plano para a Vida e a Missão da Igreja" é continuação dos Planos Quadrienais de 1973 e

1978 e conseqüência direta da consulta nacional de 1981 sobre a Vida e a Missão da Igreja,

principal evento da celebração de nosso 50º aniversário de autonomia.

A) A Herança Wesleyana

ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA UNIDADE METODISTA

a) O Metodismo, baseado nas Sagradas Escrituras, aceita completa e totalmente as

doutrinas fundamentais da Fé Cristã, enunciadas nos Credos promulgados pelos Concílios da

Igreja dos primeiros quatro séculos da Era Cristã. Esta aceitação se traduz na vida do crente na

prática cotidiana do amor a Deus e ao próximo (Jo 13.34‐35; Dt 65), como resposta à graça de

Deus revelada em Jesus Cristo. Ela se nutre na autêntica vida de adoração ao Senhor e de

serviços ao próximo (Jo 4.41‐44). De forma alguma o Metodismo confunde a aceitação das

doutrinas históricas do cristianismo com as atitudes doutrinárias intelectualistas e

racionalistas, nem com a defesa intransigente, fanática e desamorosa da ortodoxia doutrinária.

"No essencial, unidade; no não essencial, liberdade; em tudo, caridade" (Jo 17.20‐23; Ef 2.14‐

16).

b) O Metodismo afirma que a vida cristã comunitária e pessoal deve ser a expressão

verdadeira da experiência pessoal do crente com Jesus Cristo, como Senhor o Salvador (Ef

3.14‐19). Através do testemunho interno do Espírito Santo sabemos que somos feitos filhos de

Deus, pela fé no Cristo que nos salva, nos liberta, nos reconcilia, e nos oferece vida abundante

e eterna (Am 8.1‐2, 14‐16; Jo 10.10; II Cor 5.18‐20).

c) O Metodismo proclama que o poder do Espírito Santo é fundamental para a vida da

comunidade da fé, tanto na piedade pessoal como no testemunho social (Jo 14.16‐17).

Somente sob a orientação do Espírito Santo pode a Igreja responder aos imperativos e

exigências do Evangelho, transformando‐se em meio de graça significativo e relevante às

necessidades do mundo (Jo 16.7‐1 1; At 1.8,4.1‐20).

d) O Metodismo requer vida de disciplina pessoal e comunitária, expressão do amor a

Deus e ao próximo, a fim de que a resposta humana à graça divina se manifeste através do

compromisso contínuo e paciente do crente com o crescimento em santidade (I Pe 1.22; Tt

2.11‐15). A santificação do cristão o da Igreja em direção à perfeição cristã é proclamada pelos

metodistas em termos de amor a Deus e ao próximo (Lc 11.25‐28) e se concretiza tanto em

atos de piedade (participação na Ceia do Senhor, leitura devocional da Bíblia, prática da

oração, do jejum, participação nos cultos, etc., At2.42‐47) como em atos de misericórdia

(solidariedade ativa junto aos pobres, necessitados e marginalizados sociais, At 2.42‐47). Os

metodistas, como Wesley, crêem que tornar o cristianismo uma religião solitária, é, na

verdade, destruí‐lo (Lc 4.16‐19, 6.20‐21; Am 14.7‐8).

e) O Metodismo caracteriza‐se por sua paixão evangelística, procurando proclamar as boasnovas

de salvação a todas as pessoas, de tal sorte que o amor e a misericórdia de Deus,

revelados em Jesus Cristo, sejam proclamados e aceitos por todos os homens e mulheres (I Co

1.22‐24). No poder do Espírito Santo, através do testemunho e do serviço prestados pela Igreja

ao mundo em nome de Deus, da maneira mais abrangente e persuasiva possíveis, os

metodistas procuram anunciar a Cristo como Senhor e Salvador (I Co 9.16; Fp 1.12‐14; At 7.55‐

58).

f) O Metodismo demonstra permanente compromisso com o bem estar da pessoa total,

não só espiritual, mas também em seus aspectos sociais (Lc 4.16‐20). Este compromisso é

parte integrante de sua experiência de santificação e se constitui em expressão convicta do

seu crescimento na graça e no amor de Deus. De modo especial os metodistas se preocupam

com a situação de penúria e miséria dos pobres. Como Wesley, combatem tenazmente os

problemas sociais que oprimem os povos e as sociedades onde Deus os tem colocado,

denunciando as causas sociais, políticas, econômicas o morais que determinam a miséria o a

exploração e anunciando a libertação que o Evangelho de Jesus Cristo oferece às vítimas da

opressão. Esta compreensão abrangente da salvação faz com que os metodistas se

comprometam com as lutas que visam a eliminar a pobreza e a exploração e toda a forma de

discriminação (Tg 5.1‐6; Gl 5.1).

g) O Metodismo procura desenvolver de forma adequada a doutrina do sacerdócio universal

de todos os crentes (I Pe 2.9). Reconhece que todo o povo de Deus é chamado a desempenhar

com eficácia, na Igreja e no mundo, ministérios através dos quais Deus realiza o seu propósito,

ministérios essenciais para a evangelização do mundo, para a assistência, nutrição e

capacitação dos crentes, para o serviço e o testemunho no momento histórico em que Deus os

vocaciona (I Co 12.7‐1 1).

h) O Metodismo afirma que o sistema conexional é característica fundamental e básica para

a sua existência, tanto como movimento espiritual, quanto como instituição eclesiástica (Ef

1.22‐23). Deus lhe deu esta forma de articulação unificadora para cumprira vocação histórica

de: "reformar a nação, particularmente a Igreja, e espalhar a santidade bíblica sobre toda a

terra" (Wesley) (At 7.4‐6; Jo 17.17‐19).

i) O Metodismo é parte da Igreja Universal de Jesus Cristo. Procura preservar o espírito de

renovação da Igreja dentro da unidade conforme a intenção da Reforma Protestante do séc.

XVI e do Movimento Wesleyano na Igreja Anglicana do séc. XVIII, que, por circunstâncias

históricas, resultaram em divisões. Por isto, dá sua mão a todos cujo coração é como o seu e

busca no Espírito os caminhos para o estabelecimento da unidade visível da Igreja de Cristo (Jo

17.17‐23).

j) O Metodismo afirma que a vivência e a fé do cristão o da Igreja se fundamentam na

revelação e ação da Graça Divina. A Graça Divina é o fundamento de toda a revelação e a ação

históricas de Deus e se manifesta de forma Preveniente, Justificadora e Santificadora, na vida

do crente e da Igreja, através da fé pessoal e comunitária (Tt 2.11‐15). A vivência cristã se

fundamenta na fé (Rm 1.16‐17). Fé obediente, amorosa e ativa, centralizada na ação histórica

de Deus, na pessoa, vida e obra de Cristo e na ação atualizadora do Espírito Santo (Hb 1.1‐3,

12.1‐2). A Palavra de Deus, testemunha da ação e da revelação de Deus, é elemento básico

para o despertamento e a nutrição da fé (II Tm 3.15; Lc 24.25‐27; Gl 3.22).

k) O Metodista afirma que a Igreja, antes de ser organização, instituição ou grupo social, é

um Corpo, um Organismo vivo, uma Comunidade de Cristo (Ef 1.22‐23; I Co 12.27). Sua

vivência dever ser expressa como uma comunidade de fé, adoração, crescimento, testemunho,

amor, apoio e serviço (At 2.42‐47; Rm 12.9‐21). Nesta comunidade os metodistas são

despertados, alimentados, crescem, compartilham, vivem juntos, expressam sua vivência e fé,

edificam o Corpo de Cristo, são equipados para o serviço e o expressam junto das pessoas e

das comunidades (I Co 12.16‐26; II Co 9.12‐14; Ef 4.11‐16).

l) O Metodismo afirma o valor da prática e da experiência da fé cristã. Esta prática e

experiência são confirmadas pela Palavra de Deus, pela tradição da Igreja, pela razão e pela

comunidade da Igreja (At 16.10). A prática da fé é característica básica do metodismo, pois ele

é um "cristianismo prático". Este cristianismo prático tem como fonte de conhecimento de

Deus, a natureza, a razão, a tradição, a experiência cristã, a vivência na comunidade da fé,

sempre confrontadas pelo testemunho bíblico, que é o elemento básico da revelação divina,

interpretada a partir de Cristo (II Tm 3.14‐17; II Ts 2.13‐15; I Co 15.1‐4).

B) Entendendo a vontade de Deus

1‐ A Missão de Deus no mundo é estabelecer o Seu reino. Participar da construção do Reino

de Deus em nosso mundo, pelo Espírito Santo, constitui‐se na tarefa evangelizante da Igreja.

2‐ O Reino de Deus é o alvo do Deus Trino e significa o surgimento do novo mundo; da nova

vida, do perfeito amor, da justiça plena, da autêntica liberdade e da completa paz. Tudo

isto está introduzido em nós o no mundo como semente que o Espírito Santo está

fazendo brotar, como lemos em Rm 8.23: "nós temos as primícias do Espírito, aguardando

a adoção de filhos", ou ainda em II Co 7.21‐22: "mas aquele que nos confirma convosco

em Cristo, e nos ungiu, é Deus, que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em

nossos corações".

3‐ Jesus iniciou a Sua Missão no mundo com a pregação: "O tempo está cumprido e o Reino

de Deus está próximo, arrependei‐vos e credo no Evangelho", Mc 1.15.

4‐ O propósito de Deus é reconciliar consigo mesmo o ser humano, libertando‐o de todas as

coisas que o escravizam, concedendo‐lhe uma nova vida à imagem de Jesus Cristo, através da

ação o poder do Espírito Santo, a fim de que, corno Igreja, constitua neste mundo e neste

momento histórico, sinais concretos do reino de Deus.

5‐ A missão é de Deus ‐ Pai, Filho e Espírito Santo. O objetivo é construir o Reino de Deus. O

seu amor é a força motivadora de sua presença e ação. "Ele trabalha até agora" (Mt 28.19; Jo

3.16):

a) criando as pessoas e comunidades, dando‐lhes condições para viver, trabalhar o construir

suas vidas como pessoas e como comunidades (Gn 1.26‐31; Gn 2; II Co 5.17);

b) ajudando as pessoas e comunidades a superar seus conflitos e pecados, trabalhando

juntos e participando da vida abundante, concedida em Cristo por maio da reconciliação

(Gn 3.8‐21; Gn 12.1‐13; Jo 10.10; II Co 5.19);

c) possibilitando as pessoas e comunidades a se encontrarem como irmãos e irmãs,

reconhecendo‐O e aceitando‐O como Pai (Mt 6.8‐10);

d) abrindo, pela ação do Espírito Santo, novas possibilidades o fontes de vida (At 2.17‐21; I

Co 12.4‐11; Rm 12.6‐8);

e) sarando as pessoas e as instituições, podando delas o que não convém, por meio de

seu juízo e graça (Ef 2.11‐21; Fp 4.2‐9; Jo 15);

f) envolvendo todas as pessoas e comunidades e todas as coisas neste seu trabalho.

6‐ Na História, o especialmente na do povo de Israel, Deus revela a sua ação salvadora a

favor das pessoas a do mundo. A concretização plena desta ação deu‐se na encarnação de

Jesus Cristo. Elo assumiu as limitações humanas, trouxe as boas‐novas do Reino de Deus,

confrontou os poderes do mal, do sofrimento e da morte, vencendo‐os em sua ressurreição

(Hb 1.1‐14).

7‐ Na construção da vida e na realização desta obra, as pessoas e comunidades sofrem com

o domínio das forças satânicas e do pecado. O pecado e o domínio destas forças manifestamse

de diferentes maneiras em pessoas, grupos e instituições impedindo a vida abundante e

contrariando a vontade de Deus.

8‐ Através de Jesus Cristo, sua vida, trabalho e mensagem, sua morte, ressurreição o ação

redentora podemos compreender a ação de Deus no passado; as oportunidades à esperança

da vida plena no futura que Ele nos oferece no presente, e a possibilidade de se participar na

construção deste futuro agora. É de Jesus Cristo que vem o poder para esta participação.

9‐ A Igreja, fiel a Jesus Cristo, é sinal e testemunha do Reino de Deus. É chamada a sair de si

mesma e se envolver no trabalho de Deus, na construção do novo ser humano e do Reino de

Deus. Assim, ela realiza sua tarefa de evangelização (Hb 2.18).

10‐ Igreja Metodista no Brasil à parte da Igreja Metodista na América latina e no mundo,

ramo da Igreja Universal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Sensível à ação do Espírito Santo,

reconhece‐se chamada e enviada a trabalhar com Deus neste tempo o lugar onde ela

está. Neste tempo, fazemos uma escolha clara pela vida, manifesta em Jesus Cristo, em

oposição à morte e a todas as forças que a produzem.

. PLANO PARA AS ÁREAS DE VIDA E TRABALHO

Apresentamos, a seguir, o plano específico para cada área de vida e trabalho da Igreja

Metodista.

O que é Missão? Missão é a construção do reino de Deus, sob o poder do Espírito Santo,

através da ação da comunidade cristã e de pessoas, visando o surgimento da nova vida trazida

por Jesus Cristo para renovação do ser humano e das estruturas sociais, marcados pelos sinais

da morte.

A) Área de Ação Social

Conceito: A ação social da Igreja, como parte da missão, é nossa expressão humana do

amor de Deus. É o esforço da Igreja para que na terra seja feita a vontade do Pai. Isto

acontece quando, sob a ação do Espírito Santo, nos envolvemos em alternativas de

amor e justiça que renovam a vida o vencem o pecado e a morte, conforme a própria

experiência e vida de Jesus Cristo.

Objetivos:

1) Conscientizar o ser humano de que a sua responsabilidade é participar na construção do

Reino de Deus, promovendo a vida, num estilo que seja acessível a todas as pessoas.

2) Cooperar com a pessoa e a comunidade a se libertar de tudo quanto as escraviza.

2)3) Participar na solução de necessidades pessoais, sociais, econômicas, de trabalho, saúde,

escolares e outras fundamentais para a dignidade humana. Propugnar por mudanças

estruturais da sociedade que permitam a desmarginalização social dos indivíduos e das

populações pobres.

B) Áreas de Comunicação Cristã

Conceito: Comunicação Cristã como parte da missão é o processo de transmissão da

mensagem do Evangelho de Jesus Cristo, através dos veículos da comunicação social,

visando a transformação da pessoa o da sociedade segundo as exigências do Reino de

Deus.

Objetivos:

1) Despertar a Igreja e estimulá‐la, em todas as suas áreas, a usar os meios da comunicação

social, como veículo de divulgação, propagação e efetiva realização da Missão;

2) Orientar a Igreja, em todas as suas áreas, no uso das comunicações sociais;

3) Conscientizar a população quanto ao uso dos meios de comunicação de massa,

esclarecendo‐lhe os aspectos positivos o negativos dos mesmos, e como afetam a própria

concepção da vida, podendo ser utilizados como instrumentos de sustentação da anti‐vida;

4) Produzir ou fazer produzir o material de comunicacão social, necessário aos Programas e

atividades da Missão;

5) Atender as solicitações de prestação de serviço, dentro das prioridades da Igreja, em todos

os setores de sua atuação;

6) Criar ou estimular a criação de programas de comunicação social, especialmente em áreas

atualmente carentes da presença evangelizante da Igreja.

C) Área de Educação

A educação como parte da Missão é o processo que visa oferecer à pessoa e comunidade, uma

compreensão da vida e da sociedade, comprometida com uma prática libertadora, recriando a

vida e a sociedade, segundo o modelo de Jesus Cristo, e questionando os sistemas de

dominação o morte, à luz do Reino de Deus.

1) EDUCAÇÃO CRISTÃ:

Conceito: A Educação Cristã é um processo dinâmico para a transformação, libertação o

capacitação da pessoa e da comunidade. Ela se dá na caminhada da fé, e se desenvolve

no confronto da realidade histórica com o Reino de Deus, num comprometimento com

a missão de Deus no mundo, sob a ação do Espírito Santo, que revela Jesus Cristo

segundo as Escrituras.

Objetivos:

¨ Proporcionar a formação cristã da pessoa em comunidade levando‐se em consideração as

diversas fases de seu desenvolvimento;

¨ Preparar o cristão a viver no Espirito de Deus nas suas relações, anunciar o Evangelho e

cumprir seu ministério no mundo;

¨ Ajudar a comunidade a saber o que é, e o que significa sua situação humana, a partir do

indivíduo que integra o processo social;

¨ Levar os cristãos a se integrarem na prática missionária à luz do Evangelho e da realidade

social.

2) EDUCAÇÃO TEOLÓGICA:

Conceito: A Educação Teológica é o processo que visa à compreensão da história em

confronto com a realidade do Reino de Deus, à luz da Bíblia e da tradição cristã

reconhecida e aceita pelo metodismo histórico como instrumento de reflexão o ação

para capacitar o povo de Deus, leigos o clérigos para a Vida e Missão numa dimensão

profética.

Objetivos:

¨ Criar instrumentos para a reflexão teológica que propicie a ação pastoral de todo o povo

de Deus;

¨ Preparar pastores e pastoras leigos o leigas para a Missão;

¨ Capacitar o pastor para o preparo dos membros com vistas à Missão;

¨ Analisar os fundamentos bíblico‐teológicos das doutrinas cristãs enfatizadas pelo

metodismo à luz da sociedade brasileira;

¨ Preparar obreiros para exercer ministérios em áreas especiais;

¨ Manter o ministério pastoral o leigo atualizado para a Missão;

¨ Aprofundar a pesquisa teológica no contexto brasileiro o latino‐americano;

¨ Integrar a educação teológica em um programa nacional de educação teológica.

3) EDUCAÇÃO SECULAR:

Conceito: É o processo que oferece formação melhor qualificada nas suas diversas

fases, possibilitando às pessoas desenvolvimento de uma consciência crítica o seu

comprometimento com a transformação da sociedade, segundo a Missão de Jesus

Cristo.

Objetivos:

¨ Capacitar a comunidade para cooperar no processo de transformação da sociedade, na

perspectiva do Reino de Deus;

atuar ¨ Ser a instituição educacional agente para na sociedade na perspectiva do Reino de

Deus;

¨¨ Apoiar todas as decisões que promovam a vida, denunciar e combater todas as ações que

destruam a vida;

¨ Responder às necessidades do povo através da criação de escolas em áreas geográficas em

desenvolvimento e em áreas carentes;

¨¨ Propiciar possibilidades de estudos a alunos carentes;

¨¨ Deixar claro o chamado de Jesus Cristo para o comprometimento da fé num espírito nãosectarista.

D) Área de Ministério Cristão

Conceitos:

¨ Ministério Cristão como parte da Missão é serviço de todo o povo a partir do batismo o da

vocação divina. O cumprimento da Missão, todas as áreas da existência e da sociedade,

sob ação do Espírito Santo, requer preparo oferecido pela Igreja;

¨ Ministério Cristão é também exercido de modo especial por pessoas que Deus chama

dentro os membros da Igreja como pastores o pastoras para a tarefa de edificar, equipar e

aperfeiçoar a comunidade da fé capacitando‐a para o cumprimento da Missão (Ef 4.11‐12);

¨ A Igreja afirma a existência de dons para o exercício de outros ministérios ‐ tais como

capelanias, serviços sociais, evangelistas, músicos, etc. ‐ cabendo‐lhe perceber e definir

prioridades o facilitar o desenvolvimento o uso destes dons. (Ef. 4.7‐13; Rm 12. 4‐12; I Co 12,

13‐14; I Pe 4).

Objetivos:

¨ Proporcionar ao cristão a oportunidade de confrontar‐se com o mundo como fermento,

sal e luz para a construção do Reino de Deus;

¨ Proporcionar o encontro da pessoa com Deus e o reencontro da Igreja com sua vocação e

missão;

¨ Desenvolver a consciência de que, através do batismo, profissão de fé ou confirmação, o

cristão se torna membro do corpo de Cristo, por isto participa da missão;

¨ O ministério pastoral visa converter a capacitação o desenvolvimento da vida o a ação dos

membros da Igreja em todas as áreas de existência.

E) Área de Evangelização (Expansão Missionária)

Conceito: A Evangelização, como parte da Missão, é encarnar o amor divino nas formas

mais diversas da realidade humana para que Jesus Cristo seja confessado como

Senhor, Salvador, Libertador e Reconciliador. A Evangelização sinaliza e comunica o

amor de Deus na vida humana e na sociedade através da adoração, proclamação,

testemunho e serviço.

Objetivos:

¨ Confrontar o ser humano e as estruturas sociais com Jesus Cristo e o Reino por Ele

proclamado a fim de que as pessoas e a sociedade o confessem como Senhor, Salvador e

Libertador, e as estruturas sejam transformadas segundo o Evangelho;

¨ Libertar a pessoa e a comunidade de tudo que as escravizam e conduzí‐las a plena

comunhão com Deus e o próximo;

F) Área de Património e Finanças (Administrativo)

Conceito: Patrimônio e Finanças, como parte da Missão, são todos os recursos

materiais, como imóveis veículos e financeiros a serviço da Missão, através da ação da

Igreja (Ag 11.9; Ne 5).

Objetivos:

¨ Providenciar e organizar os recursos patrimoniais e financeiros para o cumprimento da

Missão (I Rs 5.15‐9.25);

¨ Administrar o patrimônio e os recursos financeiros da Igreja, mantendo‐os a serviço da

Missão (I Rs 4);

¨ Desenvolver programas de capacitação de recursos, visando às exigências da Missão

dentro da perspectiva bíblica da mordomia cristã (Lv 25; I Co 9.7‐8);

¨ Desenvolver uma política cristã de pessoal (serventuários e outros), à luz do Credo Social

da Igreja (Sl 82; 11 Sm 8.15; Lv 19.9‐14);

¨¨ Observar os princípios da ética cristã no uso do patrimônio o finanças (Ex 23.1‐9; Pv 2.6‐9);

¨ Manter todos os recursos patrimoniais e financeiros em nome da Associação da Igreja

Metodista e em regularidade legal.

¨ G) Área de Promoção da Unidade Cristã

Conceito: A busca o vivência da unidade da Igreja, como parte da Missão, não é

optativa mas uma das expressões históricas do Reino de Deus. Ela procede do Senhor

Jesus e é realizada por meio do Espírito Santo através da rica diversidade de dons,

ministérios, serviços e estruturas que possibilitam aos cristãos trabalharem em amor

na construção do Reino de Deus até a sua concretização plena (Jo 10.17; 17.17‐23; I Co

1.10‐13; 12.4‐7, 12 e 13; Ef 4.3‐6; Fl 2.10‐11).

Objetivos:

¨ Cumprir a ordem do Senhor Jesus Cristo, "que todos sejam um para que o mundo creia";

¨¨ Fortalecer o sistema de conexão através de um processo dinâmico de interrelacionamento

das Igrejas Metodistas a nível local, regional e geral;

¨ Cultivar a identidade histórica do metodismo como contribuição para a unidade do Corpo

de Cristo;

¨¨ Dentro da unidade cristã, cultivar a riqueza da diversidade de dons e serviços cristãos, na

unidade do Espírito (I Co 12‐4‐11; Ef 4.3‐6; Rm 12. 1n);

¨ Dar continuidade aos esforços e a participação da Igreja Metodista em favor da Unidade

Cristã, bem como incentivo à participação e cooperação da Igreja em sinais visíveis, que

enriqueçam a unidade cristã;

¨ Dar continuidade à tradição metodista reconhecendo que ela oferece uma base própria e

condizente para o diálogo entre posições.